Lixão desativado ainda recebe dejetos
Postado por Bárbara Guilherme às 09:39
“Semana da Alegria” garantiu diversão para as crianças da ACD
Postado por Bárbara Guilherme às 11:45
S.O.S Toninho da Carrocinha
Postado por Bárbara Guilherme às 12:37
Um amor pra recordar sempre
Entre olhares e sorrisos de cumplicidade, José Sebastião de Oliveira de 74 anos e Arlinda de Souza Oliveira, com a mesma idade, ou simplesmente Zezé e Nina, como carinhosamente se chamam, começaram a contar a história do casal. Um romance que ultrapassou preconceitos e traições, mas se firmou e já completou 53 anos de casamento. “Daria uma novela” comenta Arlinda.
Zezé morava em Uberaba quando terminou de servir o tiro de guerra e procurava emprego. Através do tio Antônio Inácio que o criou, soube que em Ponte Alta uma pedreira estava contratando novos funcionários. Nesta mesma cidade Nina nasceu e foi criada. Bastaram apenas alguns encontros para a paixão surgir entre eles.
“Começamos a nos encontrar, depois a namorar, meu coração dava umas aceleradas quando eu via a Nina, logo pensei, é essa que eu vou casar” relembra José entre sorrisos. Porém o caminho não seria tão simples assim. Os pais de Arlinda, Arlindo Gargo Durão e Avelina de Souza Gargo, mantinham as rédeas curtas sobre a filha. “Uma vez ouvi minha mãe dizer ‘Prefiro ver minha filha morta que casada com um negro’, então eu disse que morreria se fosse preciso pra ficar junto do Zezé”.
Arlindo e Avelina decidiram então chamar o filho mais velho, Antenor de Souza Gargo, que morava em Goiás, para levar a filha embora. Fiuco, como o irmão era chamado, resolveu primeiro “investigar” sobre a vida do pretendente da irmã. Em todos os lugares ouvia a mesma história: “O José é um rapaz bom e de respeito”. Ele resolveu então convencer os pais de que não havia necessidade de levar Nina. Assim aconteceu o primeiro noivado.
Algum tempo depois eis que surge Eni Ferreira, também noiva de José, mas essa de Uberaba. Um noivado que iniciou após uma brincadeira com um amigo, mas que segundo Zezé nunca foi tido como sério. “Eu assumi só pra poder ficar com Eni sem que a mãe dela ficasse vigiando, mas eu nunca gostei dela de verdade”, conta. Gostando ou não, o fato era que ele havia ficado noivo de duas jovens ao mesmo tempo, o que não agradou muito a nenhuma das famílias e terminou com os dois desfeitos.
“Eu sabia que ele era mulherengo, sabia da outra noiva, sabia da vida inteira dele, mas eu gostava dele... Gostava não, eu gosto, sou louca por esse homem” responde Nina, quando indagada sobre o que achou da situação. E diante tanto amor, eles continuaram se encontrando, agora escondidos.
Seis meses depois José recebe o ultimato. “Eu perguntei se ele tinha coragem de assumir o noivado comigo de novo de deixava com essa bobeira que eu tava cansada. No mesmo dia ele foi na minha casa e a gente colocou as alianças de novo, sem pedir pra ninguém”, lembra.
No dia 12/04/1956 os dois pombinhos finalmente conseguiram consolidar a união tanto desejada. “Quando eu vi ela entrando na igreja foi uma das maiores emoções que eu já vive, parecia que estava nascendo de novo depois de tanto esforço pra ficar junto”, se emociona Zezé. Eles tiveram três filhos, Lemart, Lenard e Leovaldo, o último nasceu com problemas no coração e viveu apenas nove meses. Em 1981 vieram para Uberaba, onde mantém residência. Hoje, os filhos já estão casados e não moram mais com os pais.
“Eu não sei dar um passo sem o Zezé, quando fico longe dele parece que falta um pedaço de mim, eu fico perdidinha” comenta Nina. O casal atualmente participa de atividades no UAI, acompanham a Folia de Reis e participam de paróquias de Nossa Senhora D’Abadia e São José, e das comunidades de Nossa Senhora D’Alegria e Divino Pai Eterno.
Texto: Bárbara Guilherme
Postado por Bárbara Guilherme às 10:14
Voluntários pela fé
Postado por Bárbara Guilherme às 12:44
As vidas que vão e as que ficam
“Não foi só o Rodrigo que morreu, junto uma família inteira sofre e eu morri um pouco também, é um vazio, um pedacinho que só ele preenchia e que nada nem ninguém vai ocupar. É um quebra cabeça que perdeu uma peça e nunca mais vai ficar completo.Não existe violência no trânsito, o que existe é imprudência. Violência é o que fica dentro das pessoas que sofrem por essa situação” Aleida finaliza emocionada.
Postado por Bárbara Guilherme às 10:06
Fiéis comparecem à Romaria da Família
Na manhã do último domingo (21/06), numa promoção da Arquidiocese de Uberaba, aconteceu a XV Romaria da Família, reunindo cerca de cinco mil pessoas no Centro Olímpico da Univerdecidade, entre elas: o vereador José Severino Rosa (PT), o Deputado Federal Paulo Piau (PMDB) e o prefeito Anderson Adauto (PL), que não permaneceu até o encerramento da celebração eucarística.
Postado por Bárbara Guilherme às 11:31

