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Fiéis comparecem à Romaria da Família

Na manhã do último domingo (21/06), numa promoção da Arquidiocese de Uberaba, aconteceu a XV Romaria da Família, reunindo cerca de cinco mil pessoas no Centro Olímpico da Univerdecidade, entre elas: o vereador José Severino Rosa (PT), o Deputado Federal Paulo Piau (PMDB) e o prefeito Anderson Adauto (PL), que não permaneceu até o encerramento da celebração eucarística.


Com o intuito de reunir as famílias das Igrejas Católicas de Uberaba e Região, o evento teve início em 1994, na cidade de Romaria (MG), no Santuário Episcopal Nossa Senhora da Abadia de Água Suja. A partir de 2006, o encontro passou a ser em Uberaba por questão de facilidade de acesso das outras cidades que compõem a Arquidiocese.


Este ano, além da celebração especial para as famílias, os diáconos Adailton Carlos da Silva Ribeiro, André Camargos Araújo, Fábio Meira dos Santos, Juliano Evangelista Nascimento e Saulo Emílio Pinheiro Moraes foram ordenados padres, enriquecendo a celebração com o verdadeiro espírito de devoção.


Os representantes arquidiocesanos da Pastoral Familiar Laila Cardoso Buiati e Palmério Buiati afirmam a importância da realização da Romaria para a valorização das famílias. “A família é a base de tudo”; conclui o casal. Para o próximo ano, está programado que o evento retorne para a cidade de Romaria.


Bárbara Guilherme – Para o Portal de Notícias Uberabajá

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Alívio e agradecimentos do vereador Jorge Ferreira


Após a notícia de que permaneceria com o cargo de vereador, Jorge Ferreira (PMN) usou o microfone por alguns minutos. Em seu pronunciamento, ele agradeceu a presença de todos os amigos e familiares no plenário. Afirmou que diante dos fatos somente o seu passado correto é que lhe dava credibilidade a todos que o conheciam. Contou também que teve que afastar do filho por ameaças sofridas nas ruas e que sua noiva foi vítima de piadas da população chegando a sair da cidade pelo constrangimento.
Lembrou também que foram três meses perdidos e que poderia estar trabalhando para a população. Parabenizou a equipe de defesa, em especial, o advogado Gilberto Ferreira Ribeiro Junior. Agradeceu a Igreja Evangélica Assembléia de Deus, a qual o vereador Samuel Pereira (PR) participa, e a Igreja Presbiteriana. Disse aos que desconfiaram dele que tudo serviu para seu crescimento pessoal. E finalizou o discurso cantando uma música católica: “Jesus está aqui nesse momento, fale com ele, ele vai ajudar você. Ele está aqui para aliviar o teu sofrimento. Se acaso for noites traiçoeiras, se a cruz pesada for Cristo estará contigo, o mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo”.
Após o encerramento da sessão, Jorge Ferreira falou com a Equipe do UberabaJá e disse estar aliviado por não ser crucificado injustamente e que “Todo mal tem algum bem e todo sofrimento deve ter algo para que a gente aproveite. A minha esperança é essa, que a partir de agora algum fruto a gente possa colher”. Em relação ao Processo Judicial, o vereador disse estar tranqüilo, pois como no Relatório da Câmara, não há também provas no judiciário, apenas depoimentos. Indagado sobre a sua experiência do primeiro mandato, Jorge Ferreira finaliza: “Não fazer coligação com partido que pode te apunhalar pelas costas”; recado claro ao vereador Luiz Dutra, presidente da Comissão Processante e ex-companheiro de coligação.

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Vereador Jorge Ferreira não foi cassado

O vereador Jorge Ferreira (PMN) foi inocentado das acusações que envolviam o seu nome após dois longos dias de julgamento, iniciado na segunda-feira (15/06) às 9h30 e que se estendeu até as 19h, de terça-feira (16/06). Jorge era acusado de assédio sexual e improbidade administrativa. Ele, com apoio de familiares e amigos que estavam no plenário assistindo a tudo o que acontecia, recebeu exatamente às 18h33 a notícia com alegria.
Durante todo o julgamento existiram momentos de tensão entre os vereadores. Primeiro, se deveria ou não mudar os quesitos apresentados no relatório final. Também entrou em discussão se deveria ser lido todo o processo ou apenas o relatório final, sendo que nove dos quatorze vereadores apoiaram a leitura das 943 páginas, que incluíam processo e relatório. O relator José Severino Rosa (PT) iniciou a leitura às 10h18, na segunda-feira.
A leitura se estendeu pelos dias 15/06 e 16/06, os vereadores do plenário se revezavam para melhor aproveitamento e encerrou-se por volta das 15h40, momento em que foi votado se deveria permanecer a votação por dois terços, de acordo com o Regimento Interno da Casa, sendo, assim, o vereador seria cassado por dez votos e não oito como era descrito no relatório, de maioria absoluta, com base na Constituição Federal. Em votação, apenas José Severino foi contra o Regimento da Casa, os outros 12 vereadores votaram a favor.
Às 16h20 foram liberados quinze minutos para cada vereador pronunciasse; Os vereadores Almir Silva (PP), Tony Carlos (PMDB), Lerin (PSB), Itamar Ribeiro (DEM) abstiveram da palavra. Carlos Alberto Godoy (PTB), Cleber “Cabeludo” (PMDB), Afrânio Lara (PP), Luiz Humberto Dutra (PDT), Samuel Pereira (PR), Marcelo Machado Borges “Borjão” (PMDB), João Gilberto Ripposati (PSDB), o relator José Severino (PT) e o presidente da Câmara Municipal Lourival dos Santos (PC do B) fizeram uso da palavra e movimentaram o plenário.
O relator disse que decidiu pela consciência e pela verdade, “não julguei o vereador Jorge Ferreira, ele próprio se julgou por seus atos. Eu não queria nunca ter sido sorteado, mas nunca fugi e nunca irei fugir da minha responsabilidade”; afirma José Severino, que finalizou acrescentando: “essa Comissão trabalhou com vontade de fazer justiça, se houve outros interesses não foi da parte deste vereador”.
O presidente da Comissão Processante, Luiz Dutra, disse que se emocionou com as palavras do companheiro petista e relator, afirmando que: “não quero crescer à custa de ninguém, mas na confiança do povo”; momento em que o público presente -que era contra a cassação de Jorge- se manifestou. Dutra retribuiu: “Os que não quiserem ouvir podem se retirar” e finalizou dizendo que quer ter o orgulho de bem representar a cidade.
Às 17h37, o advogado Gilberto Ferreira Ribeiro Junior iniciou a defesa do vereador, dizendo que não defendeu Jorge, mas as 2.280 pessoas que o elegeram e sua família. Além de afirmar que enquanto as pessoas questionam a falta de provas contra, a defesa possui materiais que provam que ele é inocente. “Jorge Fica” finaliza o advogado que utilizou exatos 11 minutos das duas horas que lhe cabia.
Após a defesa, Jorge Ferreira agradeceu a todos e pediu que iniciasse a votação. Votação iniciada, dos seis quesitos apresentados, o vereador foi absolvido. José Severino, Dutra e Lourival foram os únicos que votaram a favor da cassação. Cleber Cabeludo, Itamar Ribeiro e Borjão mantiveram contra todos os quesitos. Já Tony Carlos, Lerin, Professor Godoy e Ripposati abstiveram-se da votação e o restante alternaram entre a abstenção e irem contra a cassação. “Rejeitado o relatório, recebi o arquivamento dos autos nesta Casa e conforme Regimento Interno, encaminhamos cópias ao Ministério da Justiça”; pronunciou o Presidente da Câmara Municipal, vereador Lourival dos Santos. Por volta das 19h a sessão foi encerrada.

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